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A criança em primeiro plano

Sempre falamos sobre a importância da primeira infância, ou do primeiro setênio, para a formação de um adulto física e emocionalmente saudável. Sabemos que todas as crianças precisam de determinados tipos de cuidado no início da vida para crescerem e se desenvolverem da melhor forma.


Mas se olharmos mais profundamente para a necessidade de cada indivíduo, observando seu comportamento e interesses únicos, vamos descobrir que existem formas de tornar o crescimento e desenvolvimento das crianças ainda mais feliz, olhando individualmente para cada uma.


Dentro do primeiro setênio, que é o primeiro ciclo formativo dos indivíduos, temos três fases - de 1 a 3 anos, de 4 a 5 anos e de 6 a 7 anos -, cada uma com necessidades e oportunidades específicas. Sabemos ainda que existem pelo menos quatro tipos diferentes de personalidades, ou tipos, que têm suas próprias necessidades e interesses, que podem ser estimulados para um desenvolvimento infantil pleno.


Nessa linha de pensamento, acreditamos que a criança já traz ao nascimento toda a informação sobre sua missão nesse mundo: planejar, transformar, executar ou conectar*.


Cabe ao adulto oferecer um contorno, um auxílio, para que ela consiga lidar melhor com suas dificuldades e potencializar suas características pessoais.


É necessário que os pais estejam abertos a olhar seus filhos, suas características, interesses e necessidades, e respeitá-los exatamente como são.


Na clínica, minha orientação é sempre no sentido de os pais fazerem suas escolhas colocando em primeiro plano a individualidade da criança, em vez de outros fatores como a conveniência, padrões sociais externos, etc.


Pela praticidade tendemos a colocar nossos filhos na mesma escola, nas mesmas atividades extraclasses, educamos todos de uma forma única. Fazemos escolhas que preenchem o que a sociedade diz ser importante, mas que podem não ser as melhores para todas.


Faça um exercício de observar o seu filho através das situações do dia a dia. Se é apenas um recém nascido que chora, olhe para ele com empatia e veja como ajudá-lo. Se uma birra acontece, experimente observar o entorno, será que o motivo é mesmo o que você está pensando? Se ele está com problemas na escola, olhe cuidadosamente se essa é a adequada para ele.


Ou seja, em vez de colocar o foco no problema, tente olhar o momento pelas lentes da sua criança.



Fernanda Marques de Lima

Pediatra




E olha que legal! Se esse assunto te interessou, você pode descobrir o “tipo” do seu filho(a) no site oproposito.com que foi desenvolvido pela Human Code

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